Graus de Perda Auditiva: Conheça os Níveis e o Diagnóstico
Índice
- Introdução
- Principais graus de perda auditiva
- Como é feito o diagnóstico dos graus de perda auditiva?
- Onde comprar os melhores aparelhos auditivos? Sentire
- Conclusão
Introdução
Quando se trata de graus de perda auditiva, eles são classificados desde o nível leve até o profundo, sendo que cada um deles afeta a capacidade de perceber sons de maneiras distintas. Compreender essas variações é importante para identificar o problema e buscar o tratamento adequado o quanto antes.
Esses graus são medidos em decibéis nos exames, permitindo classificar com precisão o nível de comprometimento da audição. Os resultados dos testes audiométricos orientam os profissionais na escolha do tratamento mais adequado para o paciente, como o uso de aparelhos auditivos, terapias de reabilitação ou outras intervenções.
Principais graus de perda auditiva

A classificação da audição em diferentes níveis ajuda a identificar o impacto sonoro no dia a dia, desde dificuldades sutis até limitações mais significativas na comunicação. Os graus de perda auditiva variam entre 26 e mais de 90 decibéis. Entenda os detalhes abaixo.
Perda auditiva leve
A perda auditiva leve ocorre quando os limiares auditivos ficam entre 26 e 40 dBNA (Decibéis por Nível de Audição). Nesse nível, a pessoa enfrenta dificuldade em captar sons baixos ou consoantes sutis, especialmente em ambientes com ruído de fundo.
O tique-taque do relógio de parede, o farfalhar de folhas no vento ou até mesmo consoantes como em conversas podem desaparecer. Muitas vezes, as pessoas nem percebem que têm esse problema porque conseguem ouvir falas mais altas sem dificuldade.
Na prática, quem enfrenta essa situação pode precisar aumentar o volume da TV mais do que o normal, por exemplo. Adicionalmente, conversas por telefone ou em reuniões com várias pessoas falando ao mesmo tempo tornam-se desafiadoras.
Perda auditiva moderada

A perda auditiva moderada abrange limiares entre 41 e 70 dBNA. Nesse estágio, acompanhar conversas em tom normal torna-se um desafio constante, embora sons mais intensos, como o de um aspirador de pó, ainda sejam percebidos.
Conversas face a face começam a exigir concentração extra, e muitas palavras simplesmente somem do diálogo. Neste contexto, a pessoa pode entender que alguém está falando, mas tem dificuldade em compreender exatamente o que foi dito.
Sons do cotidiano como o toque do celular, a campainha da porta ou até mesmo o latido de um cachorro podem passar despercebidos. Sendo assim, esse é um dos graus de perda auditiva que já compromete seriamente a comunicação diária. A boa notícia é que aparelhos auditivos costumam oferecer resultados bastante satisfatórios nessa faixa.
Perda auditiva severa
A perda auditiva severa manifesta-se com limiares entre 71 e 90 dBNA. Sons de fala em nível de conversação normal não são audíveis, tornando indispensável o uso de aparelhos auditivos para viabilizar a comunicação. Até mesmo gritos ou sons muito altos ficam abafados e distorcidos.
Sons ambientais como tráfego intenso, música alta ou alarmes podem ser vagamente percebidos, porém sem clareza. Na verdade, a pessoa pode sentir mais a vibração de sons graves do que efetivamente ouvi-los. Por isso, a comunicação passa a depender fortemente de pistas visuais e contextuais.
Nessa fase dos graus de perda auditiva, a dependência de tecnologia assistiva aumenta. Aparelhos auditivos potentes tornam-se aliados importantes, mas nem sempre são suficientes para todas as situações. Apesar disso, muitas pessoas conseguem manter conversas quando combinam o uso de dispositivos com leitura labial.
Perda auditiva profunda
A perda auditiva profunda caracteriza-se por limiares acima de 90 dBNA. Nesse nível, pouco ou nenhum som é compreendido, gerando dependência quase total de leitura labial, língua de sinais ou implantes cocleares.
Até mesmo sons extremamente altos, como o de uma britadeira ou de um avião decolando, podem não ser percebidos ou aparecem apenas como vibrações indistintas. Essa é a realidade de quem enfrenta o mais intenso dos graus de perda auditiva.
Certamente, a comunicação oral tradicional torna-se inviável sem suporte tecnológico. Por sua vez, implantes cocleares surgem como opção terapêutica importante, tendo em vista que aparelhos auditivos convencionais geralmente não são suficientes.
Como é feito o diagnóstico dos graus de perda auditiva?

Primeiro, o diagnóstico dos graus de perda auditiva começa com o exame audiométrico tonal, realizado por um fonoaudiólogo especializado. Durante o teste, o paciente usa fones de ouvido para analisar quanto se consegue escutar de diferentes sons em várias frequências e intensidades.
O profissional apresenta tons puros, um de cada vez, começando pelos mais altos e reduzindo gradualmente a intensidade até que o paciente não consiga mais ouvir. Esse processo permite identificar com precisão o menor nível de som que a pessoa consegue detectar em cada frequência, de modo a determinar se a perda é leve, moderada, severa ou profunda.
Os resultados aparecem no audiograma. As marcações no gráfico revelam não apenas os graus de perda auditiva, mas também o tipo, se é condutiva, sensorioneural ou mista.
Para complementar a avaliação, o fonoaudiólogo pode solicitar testes adicionais como a impedanciometria, que verifica o funcionamento da orelha média e da membrana timpânica. A logoaudiometria também pode ser aplicada para avaliar a capacidade de compreensão da fala em diferentes intensidades.
Onde comprar os melhores aparelhos auditivos? Sentire
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Além disso, a empresa se destaca no mercado por oferecer um benefício exclusivo: o Sentire Protegge. Esse serviço inovador garante proteção completa para seu aparelho auditivo contra situações comuns do dia a dia, como perda, acidentes, roubo e até mesmo danos causados por mau uso.

Com essa cobertura, você tem a tranquilidade de estar amparado, sabendo que, em caso de imprevistos, poderá contar com uma reposição rápida e eficiente.
Na Sentire, a avaliação é gratuita, rápida e feita por fonoaudiólogos especializados, que identificam o grau da sua perda auditiva e indicam o aparelho ideal para suas necessidades.
Ao escolher a Sentire, você também conta com um atendimento de excelência e um suporte dedicado para esclarecer todas as suas dúvidas pelo telefone (21) 3035-5400.
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Conclusão
Como vimos, a compreensão dos graus de perda auditiva permite identificar com precisão o nível de comprometimento da função auditiva de cada pessoa. A classificação varia desde a audição normal até a perda profunda.
Cada categoria representa limiares auditivos específicos medidos em decibéis, sendo que a avaliação adequada considera todas as frequências testadas na audiometria. Para acompanhar assuntos relacionados, aproveite para seguir a Sentire no Instagram!